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22 de junho de 2017

Caminhos


Foto: Marcus Cabaleiro - MTB - 66920-SP

Lei do Direito Autoral nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998: proíbe a reprodução ou divulgação com fins comerciais ou não, em qualquer meio de comunicação, sem prévia consulta e aprovação do autor.

The Copyright Law No. 9,610, of February 19, 1998: prohibits the reproduction or dissemination for commercial purposes or not, in any medium, without prior consultation and approval of the author.

Gavião-Carijó



Ordem: Accipitriformes
Família: Accipitridae
Grupo: 
Gaviões-planadores

Nome em inglês: Roadside Hawk
Habitat:
 Campos, savanas, borda de matas e áreas urbanas.
Alimentação:
 Pequenos vertebrados.

É um dos gaviões mais comuns do Brasil, frequentemente observado nos centros das cidades ou às margens de rodovias. Gosta de planar em círculos nas horas mais quentes da manhã, frequentemente emitindo uma vocalização característica. Também é conhecido pelos nomes de gavião-ripino, gavião-pinhel, gavião-pega-pinto, inajé, gavião-pinhé, anajé, gavião-indaié, indaié e papa-pinto.
• Descrição: Mede de 33-41 cm de comprimento, peso de 206-290 g (macho) e 257-350 g (fêmea) (Márquez et al. 2005). Apresenta uma grande variação de plumagem, alguns mão mais acinzentados (região amazônica), enquanto outros possuem tonalidades mais pardas (sul, sudeste). De modo geral, o adulto apresenta o dorso e cabeça marrom-escuro, com partes inferiores creme com listras horizontais mais escuras; íris, bico e tarsos amarelos. O jovem é mais claro, com cabeça creme, além de listras verticais grossas abaixo do pescoço. Melanismo: Em dezembro de 2010, no Suriname, um indivíduo adulto, totalmente escuro foi fotografado em uma área rural, sugerindo ser o primeiro registro de melanismo nesta espécie (detalhes).
Estudos moleculares recentes mostraram que esta espécie é a mais primitiva de todos os Buteo's, razão pela qual ganhou um gênero próprio: Rupornis (Riesing et al. 2003; Lerner et al. 2008).
• Alimentação: Apresenta dieta variada, alimenta-se de artrópodes (mariposas, besouros, gafanhotos, cigarras), pequenos répteis (lagartos, lagartixas, cobras), pássaros e roedores. Também captura morcegos em seus poleiros diurnos (Sick 1997). Caça a partir de um poleiro, permanecendo na espreita até avistar uma presa e atirar-se sobre ela (Panasci & Whitacre 2000). Às vezes, segue formigas-de-correição para capturar insetos e pequenos vertebrados espantados pelas formigas. Também saqueia ninhos de outras aves, e de forma menos frequente pode caminhar no solo para capturar invertebrados (Sick, 1997; Panasci & Whitacre 2000; Menq, 2009).

Foto: Marcus Cabaleiro - MTB - 66920-SP


Lei do Direito Autoral nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998: proíbe a reprodução ou divulgação com fins comerciais ou não, em qualquer meio de comunicação, sem prévia consulta e aprovação do autor.



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20 de junho de 2017

Zona Portuária de Santos


Porto de Santos, localizado nos municípios de Santos e Guarujá, no estado de São Paulo, é o principal porto brasileiro.








Fotos: Marcus Cabaleiro - MTB - 66920-SP

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18 de junho de 2017

Brasília Planalto Central


Congresso Nacional

Em seus depoimentos, Oscar Niemeyer declara que o Edifício do Congresso Nacional é sua realização predileta. Cartão-postal de Brasília, com sua concepção plástica arrojada, a sede do Poder Legislativo brasileiro é um conjunto de construções onde se destacam as duas cúpulas representando os plenários: a cúpula maior (côncava) do plenário da Câmara dos Deputados e a cúpula pequena (convexa), que abriga o plenário do Senado Federal.
Na face voltada para a Praça dos Três Poderes, possui um espelho d’água. No anexo I, formado por dois prédios verticais de 28 pavimentos, com cem metros de altura, funciona a administração das duas casas legislativas. Ao longo dos anos, outros anexos foram sendo construídos, fora da área da praça, para novos gabinetes parlamentares e instalação de escritórios para as atividades de apoio.
Compõem o prédio o Salão Negro, o Salão Verde, o Salão Nobre, os Plenários da Câmara e do Senado, bem como as galerias (que unem o prédio principal aos anexos tanto na Câmara como no Senado) e a chapelaria no Senado. Na chapelaria existe um pequeno museu com o mobiliário do antigo Senado, que funcionou no Palácio Monroe no Rio de Janeiro. O Congresso possui um acervo artístico expressivo, com obras de Di Cavalcanti, Alfredo Ceschiatti, Marianne Peretti, Fayga OstrowerCarybé e Maria Bonomi.

Catedral Metropolitana de Nossa Senhora Aparecida Catedral de Brasília

Catedral Metropolitana de Nossa Senhora Aparecida, mais conhecida como Catedral de Brasília, é a catedral católica que serve a BrasíliaBrasil, e é a sede da Arquidiocese de Brasília. Projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, com cálculo estrutural do engenheiro Joaquim Cardoso, foi o primeiro monumento a ser criado em Brasília.[1] Sua pedra fundamental foi lançada em 12 de setembro de 1958. Teve sua estrutura pronta em 1960,[2] onde apareciam somente a área circular de setenta metros de diâmetro, da qual se elevam dezesseis colunas de concreto (pilares de secção parabólica) num formato hiperboloide, que pesam noventa toneladas. Foi concluída e dedicada em 31 de maio de 1970. A catedral é uma estrutura hiperboloide construída a partir de 16 colunas de concreto, pesando 90 toneladas cada. Seus vitrais são de autoria da artista plástica Marianne Peretti.


Fotos: Marcus Cabaleiro - MTB - 66920-SP 

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Manifestação Cubatão Brasil em 15/07/2015



Foto: Marcus Cabaleiro - MTB - 66920-SP

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12 de junho de 2017

Estação da Luz - São Paulo


 
Estação da Luz - São Paulo

O histórico prédio da Estação da Luz, onde também funcionava o Museu da Língua Portuguesa, abriu ao público no dia 1º de março de 1901. Suas estruturas foram importadas da Inglaterra, e a obra demorou cerca de seis anos para ser concluída.
De um lado, onde hoje os passageiros acessam a estação de trem, as estruturas imitam o Big Ben de Londres, com grande relógio no alto de uma torre. Na outra ponta do edifício, duas torres paralelas e quadradas, no estilo gótico de arquitetura, copiam a Abadia de Westminster, a igreja de Londres onde os monarcas são coroados.
Seu nome oficial, à época da inauguração, também remetia ao país de língua inglesa: São Paulo Railway Station. O projeto da estação é do britânico Charles Henry Driver, renomado arquiteto de estações ferroviárias.
A estação existe neste mesmo ponto desde 1867 e tinha papel importante na conexão da capital paulista às fazendas de café e ao Porto de Santos — tanto que, mesmo durante a obra do complexo arquitetônico, o trânsito de trens continuou normalmente. A linha que atravessava a estação ia de Santos a Jundiaí, no interior do estado.
No total, o edifício tem 7,5 mil metros quadrados, construídos em alvenaria de tijolos sobre os mecanismos pré-moldados ingleses. O museu ocupava três andares do edifício, que equivalem a 4.333 metros quadrados.
Após a inauguração do prédio, quando ainda funcionava apenas a estação, não demorou para a Luz se tornar ponto de visitação obrigatória — tanto pela imponente construção quanto pela importância logística.
Todas as personalidades ilustres que chegavam à capital paulista eram obrigadas a desembarcar no local. Políticos, empresários, diplomatas, intelectuais e reis foram recebidos em seu saguão e por lá passaram ao se despedir da cidade.
A estação também era porta de entrada para imigrantes, que promoveram a pequena vila de tropeiros à importante metrópole.
O gigante edifício foi ainda um dos símbolos do poder paulista durante a República do Café com Leite.
Dois incêndios em sua história sendo o primeiro em 1946. A reconstrução foi bancada pelo governo, durou cinco anos e acrescentou um novo andar ao prédio — até então com dois pavimentos.
A partir de 1946, logo após o primeiro incêndio, o transporte ferroviário entrou num processo de degradação, com a consolidação do uso de aviões, ônibus e carros ao final da Segunda Guerra Mundial. O bairro da Luz e a estação igualmente acabaram degradados.
Ainda assim, em 1982 o Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico (Condephaat) tombou a construção, comprovando sua importância arquitetônica para a cidade de São Paulo.
Após este período, a partir de 1990, o edifício passou por algumas reformas importantes, uma delas coordenada pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha e por seu filho, Pedro Mendes da Rocha.
Foi a instalação do museu no prédio, no início dos anos 2000, que devolveu ao edifício o status de ponto turístico.
Além de ser marco zero na ferrovia paulistana, a Luz ainda é uma das principais estações de transferência em horário de pico, com acesso ao trem e ao metrô.



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2 de junho de 2017

"O Pneu Furou"

"O Pneu Furou" 
Arte: Ricardo Campos Mota "Rica" (Artista Plástico)



FotoArte Marcus Cabaleiro


Obs.: Além desta obra, Rica também é o responsável pela escultura do Peixe, localizada na entrada da Cidade, o coração “Cuere”, instalado no Gonzaga, monumento aos 10 km Tribuna FM e “A Molecadinha”, instalada em frente à Cadeia Velha.

Foto Marcus Cabaleiro - MTB - 66920-SP

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30 de maio de 2017

Embarcação



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28 de abril de 2017

II Jogos Indígenas Guarani - São Vicente















Wera Xunu - Cacique da Aldeia Tekoá Paranapuã - São Vicente

Wera Xunu - Cacique da Aldeia Tekoá Paranapuã - São Vicente



Casa de Reza com apresentação do Grupo de Canto e Dança Guarani

Vicente Bonachela



Foto: Marcus Cabaleiro - MTB - 66920-SP
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16 de março de 2017

Graças
























Fotos: Marcus Cabaleiro - MTB - 66920-SP 

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